sexta-feira, 6 de junho de 2014

Primeira semana de Junho

Namastê! 

 Sejam Todos Novamente Bem Vindos A Escola Espiritualista Luzes Dos Mundos!


Como de costume todas as Sextas-Feiras não teremos postagem. Apenas iremos colocar a atualização dos textos que tiveram durante a Semana.


Lembrando que basta clicar sobre o nome da postagem para ser direcionado para a mesma.
No Domingo

Jainismo

Na Segunda-Feira

Vazio Existencial

Na Terça-Feira

Segunda Receita do blog

Na Quarta-Feira


Chakra Plexo Solar


Grande abraço a todos, até domingo.


Namastê

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Tudo sobre o Livro de Jó

Namastê!

 Sejam Todos Novamente Bem-vindos A Escola Espiritualista Luzes Dos Mundos!

Como todas as Quintas-Feiras hoje falaremos sobre a bíblia. Analisando as traduções e interpretações. Sobre tudo sobre uma óptica e hermenêutica Judaica para uma boa compreensão dos textos.


Semana passada tivemos uma postagem onde eu me propus em demonstrar novamente que Satanás não é uma entidade e sim um sentimento de oposição.
 Alguns amigos evangélicos protestantes me questionaram muito sobre o primeiro Capitulo de Jó onde segundo "eles" relatam a história do anjo caído que só existe no Cristianismo atual moldado pelos concílios da igreja católica e no Paganismo e que nunca fez parte da cultura e crença do povo Judeu.

 Então Resolvi fazer a tradução e interpretação correta do primeiro capítulo de Jó, mas antes disto preciso dar o contexto sobre o livro de Jó. Afinal apenas assim fará sentido o que irei dizer.

 Então hoje iremos apenas desvendar o Livro de Jó.

(O texto de Hoje está muito grande, pelo número de informações apresentadas no decorrer do mesmo, então sugiro que começa a ler apenas quando estiver com um período grande de tempo a disposição.)



O livro de Jó.



O protagonista do livro não foi Hebreu, mas habitava em um país que era chamado de Hus.
Existe muita dificuldade de traduzir o nome de Jó. Em hebraico está אִיּוֹב ; transladado seria: Iyyov;


Se olharmos pela Raiz "Payab" significaria "Ser inimigo". E poderíamos interpretar como Inimizade ou inimigo inveterado.

Existe duas possíveis formas de tentar entender o motivo do nome: A primeira Jó poderia ser como aquele que tem uma inimizade inveterada frente a Deus. Na segunda, de contra partida, Jó seria uma vítima da cruz aposta entre Deus e Satã.


Mas a contra versa é que ele não era Hebreu, mas sim Árabe. Então olhando pela raiz Árabe seria: em árabe: أيّوب ; transladação.: Ayyūb‎, Esse nome significa "voltado sempre para Deus",
Logo fica de escolha de quem ler sobre o sentido do nome.



A palavra em Hebraico "Yyob" (Jó) pode ser uma referência também ao termo Ebah(inimigo), assim podemos interpretar que Jó significa "Odiado ou perseguido". 
 Isso ficaria sustentando no contexto que Jó sofreu nas mãos de Deus. 
 O povo Judeu gosta muito de fazer trocadilhos com nomes, como já vimos em outros textos, e neste não seria diferente.
 Vejamos um trocadilho em Jó 13:24 onde ele lamenta ser "inimigo" de Deus.
  Dando um bom trocadilho para pensar.


Outro grande problema é o estado de conservação do texto e as versões existentes. Não existe certeza se o texto que se tem hoje como original é o mesmo do que era. Isso Gera grande polemica nas maiores escolas Judaicas do mundo até hoje.


De ponto de vista textual, Jó é uma das obras mais difíceis de ser traduzida. Tudo isso por dois fatos:

Primeiro: Existe diferenças existentes nas versões antigas e nas modernas. Tornando o texto divergente e não dando para saber quais estão realmente corretos.

Segundo: Praticamente todos os tradutores não conhecem bem cultura Judaica e suas primícias, tendo uma visão Ocidental ou em outrora uma visão não Judeu do texto. Dificultando a verdadeira tradução.

Tudo isso pelo fato de os tradutores negarem pedir ajuda aos Judeus, com o medo de estes mesmos colocar suas convicções religiosas sobre o texto.

Mas o que eles não levam em consideração é que se tem alguém que conseguirá interpreta de forma correta o texto é um Genuíno Judeu. Afinal é nativo da língua e tem em sua raiz toda a cultura. Dando consigo todos os aspectos culturais e histórico para a tradução.

Nas Cópias de "TM" é consideravelmente mais longo do que a "LXX". Essa versão possui certa de 100 versículos a menos. 

Existe também muitos Hápax Legomena no livro, isto é, termos que são "ditos uma só vez" e muitas palavras raras.

Alguns acreditam que a tradução grega considerou desnecessária traduzir algumas partes do texto.
  
 Já o à Peshita(versão do antigo testamento, que foi escutada, provavelmente por cristãos de origem judaica no século I ou II d.c), por ser uma tradução do Hebraico, é útil para esclarecer alguns pontos obscuros. O Targum oferece numerosas curiosidades, mas não ajuda na compreensão do Hebraico. Alguns pesquisadores gostam de utilizar a Vulgata para fazer o análise e tirar dúvidas, mas bem sabemos o quanto esta foi manipulada pela igreja, perdendo toda a credibilidade.
 Nos Cânon, isso é no Tanakh, Jó faz parte dos Ketubim que é traduzido como "Outros Escritos".


Sempre que vamos estudar algum livro é indispensável analisar quem escrever, afinal apenas analisando quem escreve que tiramos de qual angulo que iremos ler e analisar a obra.

 Então quem escreveu?

 Es outro grande e enorme problema.
 Se é difícil encontrar uma solução para o título para o texto a ser usado, imagina como é difícil falar quem escreveu e quando escreveu.

 O Autor ou redator final é até hoje um grande mistério.
 Dizem ser anônimo considerando que o livro é escrito em forma de composição de música.
 Para saber sobre quem escreveu, normalmente os critérios que usamos é dos mais variados como: aspecto linguístico, cultural, dependência literária e conteúdo teológico.

 Mas até nisto temos grandes complicações.
 De ponto Linguístico:
 A língua hebraica usada no livro apresenta dificuldades. Como se quem escrevesse não estivesse seguro da língua que usa para escrever. 
 Muitas palavras ficam em terminações incorretas, erros de gêneros e misturas de elementos do aramaico. Com certeza o livro mais confuso do Tanakh.

 Existe aqueles que dizem que o livro foi escrito em Aramaico e depois traduzido para o hebraico. Mas para isso a obra de Jó teria que ser escrita após a era exílica. Pois foi neste período que foi criado o Aramaico. Atribuindo a época que Jó viveu depois do Exílio. 
  Faz muito sentido, mas "tem buraco neste queijo".

De ponto de vista cultural:

  A religião que se apresenta no livro é do tipo Primitiva, não institucionalizada e denota à época em que não existe sacerdócio e nem santuário.
Podemos ver isso quando a ira divina é aplacada mediante sacrifícios oferecidos pelo patriarca (Jó 1,5;42,8; ligação com Nm 23,1. 14,24).

 Também podemos ver isso observando que a riqueza é medida pela quantidade de rebanhos e escravos, reparando em: Jó 1,3; 42,12 que confere com Gn 12,16; 32,5.
 Outro ponto que denota isso é o período de vida que é relatado cuja Jó viveu, como demonstra em 42,17, que apenas se igual a ou é superada nas gerações patriarcais.
 Colocando o texto como muito antes do Exílio.

 Ficando então os dois pontos de analisar o texto em contradição.
 Pois em um concluímos que apenas poderia ser escrito depois do Exílio, pois tem conteúdo em Aramaico, e na segunda analise colocando que o personagem viveu muito antes do exílio.

 Olharemos então agora pela dependência Literária:

 Existe uma outra história que não são escritos dos Hebreus mas sim  de "Ugarit" escrito por Kirta, que a história é muito parecida com a de Jó, apenas mudando nomes e o lugar onde a história ocorre.  Alguns por ironia chamam essa história de Jó babilônico para enfatizar a semelhança das histórias. Como um convite para incitar a guerra para saber de quem é a autoria primária.
 Essa história de Ugarit já era conhecido pelos tablitas do século VII A.C, mas possui uma forma mais antigas pelo menos de 1000 anos.

 Devido tudo isso, existe um considerável números de estudiosos que acreditam que o livro de Jó seja uma reinterpretação da história de urgarit que também era o personagem de Jó.

 Assim ficando ainda mais confuso saber a origem real do livro.

 Mediante todos os dados apresentados por diversos pesquisadores conclui-o eu, de forma parcial que o livro de Jó foi escrito por alguém que não quis se identificar depois da era do exílio, remontando a história da época de Kirta, fazendo uma verdadeira cronica Narrativa. Como se pegasse a história que aconteceu e remontasse ela dentro do Senário Judaico. Para extrair dela um verdadeiro ensinamento ou moral de vida.
(Isso era comum entre os Judeus).
 Considerando que o tal personagem Jó existe mesmo. Apenas não da forma colocada.
 Pois ao meu ver, seria a unica maneira de resolver o tal conflito.
 Mas deixo claro que essa é a minha opinião partidária. Deixando o assunto ainda aberto.
 Considerando que "Cronica Narrativa" e não se deve confundir com Cronica Histórica.


 Logo nem o autor e nem a data é algo concreto.

 Vemos agora o gênero Literário:

 O gênero literário de Jó é de um poema. 
 O livro inteirinho foi escrito em forma de poema. Qualquer grande pesquisador de gêneros literários , conhecedor de cultura judaica reconhece como sendo um poema.
  Alguns colocam como poema-histórico.

 Sendo que os capítulos 1,2 e 42 foi escrito em em formato de Música ou de prosa. Considerando que antigamente as músicas do povo Hebreu era em forma de prova, vide o livro de Salmos.
  Temos provas disto.

Existe cinco principais tipos de descrever as poesias Hebraicas;
 Vamos dar uma olhada.
 Temos:
 Mizmor: que é a poesia cantada, acompanhada por alguns instrumentos de corda.
  Shir: Que diz respeito a qualquer tipo de canto e não é feito com instrumentos musicais.
 Mashal: Uma comparação, um provérbio,ou um cântico satírico.
 Quiná: lamento, fúnebre que expressa a dor que a morte causa.
 Tehilá: Que é hinos de louvor.

 Nestes capítulos temos um artifício muito usado nas poesias hebraicas que é o paralelismo. Que utiliza todos os tipos de poemas.

 Da para saber disto pela fato de que em primeiro sinônimo, quando a segunda linha repete o mesmo pensamento que é expressado na primeira linha, depois em antitético, quando a segunda linha forma um contraste em relação a primeira. E Sintérico, Quando a segunda linha aumenta o pensamento expressado na primeira linha. 
O último caso podemos ver isso em Jó do Hebraico em Jó 4:7 Jó 16:20; Jó 4:9; Jó 19:21, em outros versos também.

 Mesmo tendo um caráter poético, muitos outros autores após exílio ainda mencionam Jó para dar exemplos, como vemos em Ezequiel 14:14,20, ou em Tiago 5:11.
 Mas precisa lembrar que o fato de dar exemplo não indica que realmente é uma história real.
 Eu posso muito bem pegar uma fábula ou uma crônica e tirar dela um exemplo de vida para explicar algum assunto.



No talmud é sugerido que talvez Moisés escreveu a história de Jó quando esteve em Midiã(País onde se falava árabe) por volta de 1445-1405 a.c. Outros defendem ser a autoria de Salomão pela sabedoria e gênero literário do texto. Considerando ser uma grande crônica.
 Se caso fosse escrito por Salomão, poderia ter acontecido o caso de o pergaminho ser queimado, e depois da era do Exílio alguém que lembrava da história escreveu novamente a história, remontando, mas colocando algumas palavras em Aramaico para deixar claro para quem ler que aquele escrito não era o original mas apenas uma reconstrução do escrito original. Considerando o fato ocorrido, quando o templo de Salomão foi derrubado.

 Sabemos que a possível história que parece mais cronica, seja de uma época patriarcal pelos seguintes fatos que podemos reparar:

 1) O texto não menciona nenhuma das grandes instituições de cultos de Israel. Como Sacerdócio ou santuário. Percebemos que Jó demonstrar ser o próprio sacerdote da casa (1,5), como na era patriarcal.

2) Não vemos nenhuma referência à Torá.

3) A riqueza de Jó é medida como as de Abraão e Jacó.

4) Jó viveu aproximadamente 200 anos como vemos em (Jó 42). Sendo que essa idade só era comum na era patriarcal.

5) A terra de Jó estava sujeita às invasões de grupos tribais. Conforme registros textuais de Ugarite, tais invasões eram bem comuns no início do segundo milênio A.C.;

6) Ezequiel fala de Jó junto com Noé em Ezequiel 14: 14,20.


Um fato interessante considerar:

 Muitos cristãos utiliza-se alguns versículos do Livro de Jó para defender que este já estava professando a existência do messias e que o mesmo seria Yeshua(Jesus).
 Mas na maioria dos versículos que estes citam não é de forma clara é lucida a colocação.
 Pois de forma abstrata fala.
 Apenas em Jó 16:19-21 tem uma passagem que levaria a pensar nisto. Mas em contra partida dela temos várias outras para demonstrar que Jó não estava falando do Messias quando se referia ao Redentor dele.


 Atualmente a ideia de um intermediador entre Deus e homem para os Judeus é uma  contradição O Torá oral e a Cabala Milenar que diz que o ser humano está infinitamente conectado a Deus e que não é necessário um intercessor. Sendo ligações diretas a Deus.
  Para alguns amigos Rabinos e Cabalista nesta parte ele se referia a algum parente distante dele que já tinha falecido viria ajudá-lo.  Igual aconteceu com o "Remidor em Rute".(Torá Oral)

 (trata-se de uma crença dos Judeus, onde os parentes que foram bons homens que viveram em outras épocas pudesse interceder a Deus para aqueles que ainda estão vivos na terra ou em tormento no Sheol*. Essa crença atravessou a Era cristã e ainda hoje existe comunidades Judaicas que se apoiam nesta possibilidade. Podemos ver uma referência disto quando Jesus relata a história De Rico e o Lazaro.)

*Sheol é o termo onde os tradutores incorretamente traduziram como Inferno. Sheol é equivalente ao Purgatório pregado pela igreja católica. Qualquer Judeus explica isso. A palavra inferno não existe no Hebraico. Inferno vem do latim "Infernus". Não podendo assim estar na bíblia.


 Podemos ver com mais certeza e clareza ainda que não se tratava de Messias o intermediador em Jó 33:23.
 Quando diz:  "Havendo, porém, um anjo ao seu lado, como mediador "entre mil", que diga ao homem o que é certo a seu respeito.

 Destacamos a palavra "entre mil", provando que o redentor e remidor que ele citava não era Messias ou Jesus, pois se fosse seria único. 
 Mostrando assim que se tratava da crença dos Judeus que quando alguém tivesse uma vida digna e boa se tornava anjo para ficar junto a Deus e interceder pelos outros que ainda estavam vivos.

 Nesta crença de intercessores, eles acreditavam que quando alguém estava de confronto com Deus, isso é, um de mal com o outro, um parente que já tenha falecido e que foi um bom homem perante Deus, serviria de intermediador, um religador entre os dois. Entre Deus e o indivíduo que estava sobre a terra. Em algumas linhagens diziam que isso só acontecia se o que estivesse vivo clamasse a tal ajuda.

Obs: Provavelmente o texto que esta em Yyob(Jó) não é o mesmo da história original que é de "Ugarit", por conta disto que no texto tem misturado crenças e costumes do Povo Judeu.

 Como deve ler o livro de Jó?


 Normalmente quem lê os textos em português não tem noção sobres os níveis de interpretação Judaico dos textos.

 Trata-se de diferentes níveis de forma de leitura, que é feita em cada texto. Destacando deste modo que cada texto tem um gênero literário textual diferente do outro.

Existe quatro níveis de interpretação dos textos em Hebraico.

Estes diferentes níveis de interpretação dos textos são chamados de Pardês que quer dizer Jardim. Na ideia de que você colhe aquilo que consegue ver.
 Também alguns escrever como PaRDeS é uma sigla para as quatro abordagens.

São elas:

 1 – Pshat – o "simples significado", ou significado LITERAL. Assim é ensinado para as crianças e adultos que ainda não estão familiarizados com a Literatura da Torá. O ensinamento Literal é o mais apropriado neste caso.

2 – Remez – "dicas" de um significado Alegórico, um ensinamento mais profundo, e não apenas a expressão literal. Atingidos por pessoas com melhor nível cultural e amplo conhecimento de Torá.

3 – Drash – "interpretação"; descobrir o significado através do Midrash, analisando as palavras, a colocação, os formatos das Letras, por comparação palavras e formas e também por ocorrências semelhantes noutros locais. Aqui este nível está disponível para pessoas de grande conhecimento em Torá, já no caso destacando-se dos demais!

4 – Sod – o "segredo" ou o significado místico e metafísico de uma passagem. Trata-se aqui de um conhecimento secreto, geralmente está mais para as pessoas que estão com um nível muito avançado de conhecimento de Torá. No caso o Sod é alcançado por exegetas, rabinos, e aspirantes a Kabala.

 Sabendo destes quatro níveis de interpretação, gostaria de informar a vocês que em qualquer Escola Judaica e rabínica do mundo irá aconselhar a ler o livro de Jó sempre no Segundo e terceiro nível e nunca no primeiro nível como fazem os brasileiros.

 "Pois a letra mata, e o espírito vivifica."

 Infelizmente no Brasil a maioria ler Jó como primeiro nível, como se fosse um fato histórico e literário, assim abrindo portas para o fanatismo e o achismo.

 O primeiro capítulo de Jó por exemplo sempre é lido nos templos Cristãos usando o primeiro nível, considerando a história como fato ocorrido, e considerando que Satanás é algo exterior. Usam o tal texto para sustentarem na história do Anjo caído que nunca fez parte da cultura do povo Judeu em nenhuma época em nenhuma linhagem. Sendo a história do anjo caído constituído pela Igreja Católica nos primeiros Concílio de Liceia.
 A história do Anjo caído é de origem pagã. E nunca fez parte do Cristianismo Primitivo. 

{Vide: DIDAQUE (literatura do Cristianismo primitivo) Flavios Josefo(Maior historiador do povo hebreu) e tantos outras literaturas Judaicas.}   

 Na próxima Quinta-Feira irei fazer a tradução e a interpretação correta utilizando os níveis de interpretação coerentes neste blog do primeiro capítulo de Jó.


E não vou fazer hoje, porque este texto já está muito grande. Mais do que o normal.

 Espero que tenha atingido a todos neste texto. E que não tenha ficado muito embolado as informações.


Gostaria apenas de acrescentar também que o objetivo do livro de Jó como relatam meus grandes amigos Rabinos e professores de Judaísmo, foi feito para mostrar que nem sempre aquele que está sofrendo é porque pecou. As vezes o sofrimento é uma escolha do próprio espírito para se aperfeiçoar diante de Deus e se aproximar ainda mais de si mesmo e do criador.
 Tudo isso porque tempos atrás, acreditavam os Judeus que todo sofrimento era causado pelo pecado da criatura Humana. 
 Sendo então o livro de Jó uma verdadeira Crônica Narrativa, uma verdadeira Alegoria de informações. 

Essa é a nossa postagem de hoje.

 Grande abraço a todos.


Shabat Shalom

Namastê

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Chakra Plexo Solar

Namastê!

 Sejam Todos Novamente Bem-vindos A Escola Espiritualista Luzes Dos Mundos!

Essa é a continuação do assunto sobre o Despertar da consciência.

Se ainda não viu os textos anteriores desta série peço que >>>CLIQUE AQUI<<< e se atualize antes de continuar.

Hoje iremos falar, como de prometido, do Chakra Plexo Solar.


O nome dele em Sânscrito é MANIPURA.

 Ele é feito por 10 pétalas ou vórtices como dizem alguns.


 As linguagens esotéricas dizem que a cor deste chacra é Amarelo e que seu elemento é o Fogo.



Localização:

As fontes indicam que fica na boca do Estômago. Está situada em media de dois dedos acima do umbigo, na altura das costelas inferiores. 





Este Chakra é responsável pela Gordura e está bloqueado pela Vergonha.
 Ele lidar com a força de vontade.


Podemos observar bem esta questão quando pequeno as vezes temos muita vontade de fazer determinada coisa, ou dizer outra, e até mesmo em escola, dava aquela vontade de perguntar, mas essa vontade toda era bloqueada pela Vergonha.
 Afinal a vergonha parecia falar mais auto do que a vontade. Como se realmente uma dependesse da outra.
Infelizmente nenhuma criança do ocidente é instruída em abrir os Chakras prejudicando muitos aspectos da vida.
Isso não é apenas com Crianças. Nos adultos também muitas das vezes deixamos nossa vontade de fazer algo ou de dizer, por simples vergonha e medo do que vira depois. No caso o Chakra básico que já falamos em outra postagem estaria agindo.


Ele está ligado a: Auto Controle, Autoridade, Auto Aceitação, Energia, Humor, Poder Pessoal e transformação.

A sua principal Função é propor a confiança nos instintos e na voz interior.

É responsável para reger o Pâncreas, transformação e digestão dos alimentos, produz o hormônio insulina.

O que pode acontecer quando esse Chakra está fechado?
(excesso de energia acumulada ou falta de energia)

 Desta forma geram sentimentos de inferioridade como: Posse, ambição, desmedida, inveja, ansiedade, egoísmo, egocentrismo, fúria, medo, ódio e dificuldade de assimilar as ideias. No caso também daria dificuldade de Digerir alimentos.

Caso esteja bloqueado esse Chakra pode causar patologias físicas relacionado a aparelho digestivo em geral como úlceras, gastrite, doenças que afetam o fígado, diabetes, Hipoglicemia e entre outras.


Essa é a apresentação de nossa parte sobre Esse Chakra.

 Em um futuro breve, vamos falar como abri-lo de forma objetiva sem esoterismo ilusório.

 O que eu quero hoje é que você que me Lê, pense sobre esse Chakra e pense qual a possibilidade de ele estar fechado em você.

 O Chakra as vezes não precisa estar necessariamente completamente aberto ou completamento fechado.

 E como um buraco, pode estar apenas algumas porcentagens fechado ou aberto.


Essa é a nossa postagem de hoje.


Espero que fiquem bem.

Grande abraço a todos.

Namastê

terça-feira, 3 de junho de 2014

Segunda Receita do blog

Namastê!

 Sejam Todos Novamente Bem-vindos A Escola Espiritualista Luzes Dos Mundos!

Como todas as Terças-Feiras, hoje iremos continuar com o estudo de física Quântica e espiritualidade.

Hoje vamos falar sobre: Segunda Receita do blog.



E impossível uma onda não penetrar outra onda.
Sendo as duas ondas, elas se misturam gradualmente se uma delas for emitida para ficar junto da outra. Isto é, para a mesma frequência.
Ao contrário disto teríamos nos rádios, televisões e internet inter opção na programação.

 Como tudo precisa de arquétipo.
 Um sujeito  a dois mil anos atrás chegou para o "Mestre" e disse:
 - Mestre, eu já fiz tudo que a lei manda e meu ordena, já cumprir rigorosamente todos os ensinamentos e agora o que eu faço?O que o mestre falou com ele?
- Vende tudo que tem, dê as pobres e vem me seguir.

 A reação dele é: Haa... Não vai dá..
 Não vai dá porque o sujeito tinha muitos bens matérias.
 Este é um dos problemas!!

 Essa pessoa não entendeu, absolutamente nada de quem era o mestre.
 Ta na cara dele, e ele não viu.
 Estava na frente dele, face a face, vise a vise em carne e osso. E mesmo assim o sujeito não enxergou.

 Ele ficou preocupado com o que tinha que era casa, carro e apartamento. Negando seguir o mestre pois ainda ficaria pobre.
 Dá para ter uma ideia do tamanho da cegueira que é um negócio deste?
 Se essa pessoa entrasse em um blog como este, não duraria um mês. Pois a nossa proposta é de se iluminar. Se ele ainda está se preocupando com o material não dá para sair do lugar.

 Ele não tinha ideia de quem estava na frente dele.
 Jesus! Alguém que apenas dizendo poucas palavras era capaz de ressuscitar alguém.

 Já imaginaram o grão de consciência que Jesus viveu? Já imaginou o tamanho do amor que ele tinha?
 Lembrando que somos co-criadores. O que aumenta a capacidade de criar é o amor. Quanto mais amor se tem, mais consegue criar.

  Agora tem um porém! Quem é capaz de acreditar que quando você solta tudo, você tem tudo?
 Quem nesta sociedade, deste planeta é capaz de vivenciar uma coisa desta?

 Se você soltar tudo. Você têm tudo.

 Eu já passei alguns dias atrás a primeira receita do bolo que era: Filhinhos, amai uns aos outros.

 Hoje estamos passando a segunda receita do blog: Buscai primeiro o reino dos céus, e o resto vos será acrescentado.

 O problema é que se não acredita que isso é possível, e fica com medo de ir morar de baixo de uma ponte. Se não entende como funciona as leis da física e do universo, não acredita como que se soltar tudo, pode ter tudo.
 Não consegue abstrair que se você colocar a evolução como primeiro lugar em sua vida, todo o resto vem para você.


 O resto do mundo está lutando pela sobrevivência. Enquanto os verdadeiros mestres espirituais, ou estudantes da espiritualidade, não luta para sobreviver, são verdadeiros co-criadores. Colocando a sua evolução acima de tudo, e não mais sentindo a necessidade de ter vantagens sobre os outros.

 Por exemplo: Tem um problema no sul de dar fruto. O Criador precisa de resolver problema. Mas ele precisa de gente para ir lá trabalhar de forma certa e dar fruto.

 Tem um outro problema lá no Quênia, segundo o filme de Fernando Meireles, as favelas do Quênia são idênticas as favelas Brasileiras.
 Então precisa de pessoas para ir resolver isso.

 Em Sp,  olha a periferia. Já viram as famílias? As estruturas? Os estrupo que ocorre dentro das próprias famílias?

 Quem é terapeuta sabe destas informações.

 Então como que vive essa periferia? Imagina os traumas destas crianças?
 Como que elas vão crescer? Como exigir que estas crianças tenham depois 150 de Q.I?
 Como diz no sequestro das Américas: "Nos tratam como animais, reagimos como animais".

Então precisa de inverter o processo.

 Então o fazer do criador é diferente dos fazeres humanos.
 Por tanto tem até escrito: "Os meus pensamentos não são os teus pensamentos".

 Agora vamos falar do que estamos querendo chegar neste texto.

 "O revolucionário quântico, aquele que muda através dos conhecimentos da física quântica, não é aquele que sai mudando as coisas do externo. Mas sim aquele que se muda primeiramente internamente. Ele se ilumina primeiro. Se torna um Buda. E apenas assim poder ver o entorno."

 Por que ao contrário seria igual o jovem que vai falar com o mestre. E o mestre responde: larga tudo e me segue.

 Então para finalizar: O que o criador quer?
 Ele quer que cada um de nos mude, para depois mudarmos o planeta. Afinal somos consciências e tudo que existe é consciência. Mudando as consciências muda tudo.



 Então vamos nos mudar para assim mudar o mundo!

Essa é a nossa postagem de hoje.

 Espero que todos tenham entendido o recado que tentei passar.  

Grande abraço a todos!


Namastê

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Vazio Existencial

Namastê!

 Sejam Todos Novamente Bem-vindos A Escola Espiritualista Luzes Dos Mundos!

Hoje iremos dar uma pequena pausa nos estudos sobre o Projeto Terra para eu falar sobre outra coisa que me veio amente.

Vamos falar hoje sobre: 
O Vazio Existencial e a sombra coletiva.



 No início de minha careira espiritual, aconselhado pelos meus mestres, fui levado a meditar sobre o Vazio que as pessoas sentem. E qual a sua causa.
 Os verdadeiros mestres, aqueles que tive, e que até hoje me acompanham mais de uma forma mais longe, afinal querem me ver andar sozinho, nunca respondem as perguntas em si, mas nos levam a questionar e descobrir a resposta por si mesmo. Por conta disto que ainda não me considero um verdadeiro mestre. Por na maioria das vezes eu respondo as dúvidas de vocês ou levo apensar em determinado assunto de ver de apenas ensinar a encontra a resposta.
 Isso é uma falha de minha parte quanto é também um determinado orgulho para ser trabalhado em minha pessoa. 
 Mas mesmo sabendo da imperfeição de tal método que uso para ensinar e treinar, sei que vocês pelo menos a maioria gostam dos textos. Por conta disto que continuo escrevendo e decifrando as coisas de acordo com a minha verdade interior e a forma que aprendi em minha jornada.

Tirando tudo isso, nestas meditações que fiz no início pude observar varias coisas importantes para a iluminação.

Observei por muito tempo e concluir que a criatura humana é solitária de natureza. Sente um vazio que não sabe explicar. Sente falta de algo. Devido isso tenta preencher esse vazio. O grande problema é que a maioria por viverem na escuridão de ideias, isso é, ingenuidade sobre o mundo espiritual, tentam preencher esse vazio com coisas que nunca vão preencher.

  A maioria preencher com ilusões. Ilusões que leva a pessoa ter decepções.

 No capitalismo por exemplo o fato de "Comprar" é usado como tentativa frustrada de preencher esse vazio. Mas não importa o quanto se compra não consegue preencher o vazio.

O Jovem e a Jovem acreditam devido os filmes, novelas, revistas e etc... que Ser feliz é ter um relacionamento efetivo. Ser feliz é encontrar um parceiro. Então ocupa a sua mente com essa preocupação. Ao encontrar alguém pensa que aquele vai preencher o seu vazio. Começa assim a sua busca infinita para conseguir o parceiro ideal.
 Após conseguir de primeiro momento aquilo exerce um papel completo, dando a sensação de realização.

 Mas depois de um determinado tempo percebem que não é um relacionamento efeito, um namoro que faz a felicidade. Que trás a completude. Então como o namoro não completou o vazio existencial por muito tempo acredita que quando casar e ter a própria casa e vida vai sentir realização.

 Mas infelizmente isso não acontece. Pois após casar pensar que estaria assim resolvendo os problemas da vida. Percebe que as coisas complicam ainda mais.
 Pois em outras tivera o auxílio materno, paterno ou até mesmo co-familiar, quando havia problemas, de forma frugal resolvia os mesmos tendo uma base onde se apoiar. Agora estando em suma responsabilidade de si mesmo(a) percebe que não terá onde se seguirá e nem terá Homizio de seus problemas. Tendo então de enfrenta-los, criando estratégias próprias de resolver. 

 O peso da responsabilidade volve o indivíduo a sentir o vazio existencial. Pois aquilo que pensava completar, nada mais foi do que um outro mero engano.

 Frustrado pela as coisas não serem como imaginou, pensam em ter uma gravidez e ter criança, acreditando que agora assim vai sentir realização e expulsar o vazio existencial. 

Só que mais uma vez as coisas não acontecem assim. Afinal outros vazios e decepções viram.
 Passando assim o indivíduo toda a sua existência corpórea atrás da felicidade e da completude em outrem de vez de olhar para si mesmo, em seu âmago, por intermédio de meditações.

Sentindo uma perene frustração, porque esse vazio nunca será completo por coisas do exterior.

Poucas criaturas percebem essa grande sombra coletiva que assola a humanidade em todas as épocas buscam o verdadeiro caminho da realização. Se sustentando assim nos grandes mestres da humanidade que ensina que ser Feliz é viver para servir o outro.
 É muito mais gratificante a sensação de dar um presente e ver a reação de quem recebe do que ganhar um presente.
 Logo apenas uma pequena minoria consegue encontrar a si mesmo nesta escuridão.

Você nunca vai completar o tal vazio olhando para Fora.
 Esse texto é apenas para fazer esse análise sociológico extratemporais e reviver novamente a necessidade da meditação e deixar claro para cada um de vocês que sua felicidade não depende do outro para completa-la. Mas sim você precisa fazer o outro feliz para ser feliz.

 Longe das buscas ilusórias de realizações pelo outro, e justapor de modo seguro a verdadeira felicidade que é a que reside no âmago de cada criatura existente.

Espero que essa postagem seja útil para vocês, assim como sinto a utilidade enquanto escrevo esse texto. 

Para ser feliz? Apenas se olhar para dentro de si mesmo(a).


 Fiquem todos na paz de espírito. Boa meditação para todos.

Namastê

domingo, 1 de junho de 2014

Jainismo

Namastê!

Sejam Todos Novamente Bem-vindos A Escola Espiritualista Luzes Dos Mundos!

 Neste domingo continuaremos com a nossa Roda de religiões.
 
 Eu tive pesquisando melhor e eu descobrir que deixamos de falar de uma religião muito importante da Índia e que achei super interessante. Achei por bem, trazer esse estudo para o blog. 

 Então hoje iremos falar sobre o Jainismo. 




O jainismo ou Jinismo e uma das religiões mais antigas da Índia juntos com Hinduísmo e o budismo.
Assim como no budismo, nesta crença não existe a necessidade da existência do ser Deus.
Foi considerado que sua origem foi antes do Bramanismo, sendo assim como um antecessor.
Mas as críticas históricas defendem que sua atual forma religiosa iniciou através de Mahavira no seculo v a.c.
Para quem não sabe Mahavira e a mesma coisa de Vardhamana. Que significa em sânscrito grande herói.
Um dos últimos dos 24 Tietrhankaras do Jainismo.

Por muito tempo os investigadores ocidentais consideravam o Jainismo uma seita do Hinduísmo, considerando assim ser a mesma coisa sem entender muito bem o desenrolar da história.
Também pensavam alguns ser uma heresia ao Budismo pois embora tinha alguns pensamentos em comum o Jainismo tem fenômeno original.
O que diferencia o jainismo do Budismo e de outras tantas crenças e filosofias do mundo e o fato de não ter nenhum tipo de missionário ou espírito celeste para marcar o começo desta crença.
Mantéu de modo perene na Índia ate nos dias de Hoje contando com cerca de quatro milhões de jainas.

Pequenas comunidades jainas existem também na América do Norte e na Europa, devido as migrações que sempre ocorre dos Jainos nativos da Índia.

A palavra Jainismo vem de um termo em sânscrito que de modo literário significa conquistador.

A crença se resume em seus adeptos lutarem para combater em uma serie de estagio, isso e, câmeras de treinamentos com o objetivo de vencer as paixões terrenas e se libertar do mundo.

Eles praticam um exercício severo consigo mesmo dando suma importância ao não violência a fim de conseguir culminar a libertação.

Dizem que em meados do primeiro milênio A.C o Mahavira fundou essa seita.

Segundo a história que contam ele viveu uma vida completa de busca de si mesmo, isso depois de deixar seu lar e ir viver como mendigo, proporcionando assim que aos quarenta anos de idade alcançou a iluminação.

Segundo os Jainas, o Jainismo e uma crença eterna.
Sendo revelada por várias eras pelos Tirthankaras (aquele que ensina o caminho). Que são almas em suas últimas encarnações se dedicaram em transmitirem ensinamentos aos homens e renunciar a si mesmos.
Assim conseguindo a libertação do ciclo dos renascimentos.

Então existiam 24 Tirthankaras. O ultimo foi o Mahavira, que os Jainas não consideram como fundador do Jainismo, mas assim aquele que formatou as ideias para serem da forma que e hoje. 

Para os estudiosos e pesquisadores o 23 que foi Parshva, acreditavam ser ele o fundador.

Parshva pregou os 4 grandes princípios do Jainismo. Que são: Não violência, Evitar a mentira, não se apropriar do que não foi dado e não se apegar as posses materiais.

O Mahavira acrescentou na lista o princípio da Castidade.

Como já dito, não acreditam em um Deus criador. Mas acredita em 30 céus que a alma escala mediante sua evolução e reencarnações. Tendo o ultimo céu que e onde encontram os erros.
Entendem a lei do Karma iguais os seus outros contemporâneos como Budista e hinduísta.

Para os Jainas o Ideal é a vida Monástica, isso é, viver em agrupamento de monges. 

A partir dos sete anos de idade, de qualquer Sexo, masculino e feminino, pode escolher ter essa vida. 
Normalmente as escolhas são em Idades mais avançadas, afinal é um compromisso severo consigo mesmo(a).


O novo praticante precisa abandonar todos e os seus bens, quando ele é nomeado um Monge Jaina é rapada a sua cabeça e ele precisa tomar os Cinto votos que segue nunca versão mais rigorosa que os dos Jainas apenas praticante. 

Assim os monges Jainas levam uma vida de nômades, andando por diversos lugares em busca de meditações diferentes. Apenas em um determinada época onde todos se recolhem numa determinada localizada. Como um encontro anual. 


Por não ter nada consigo, depende de doações de caridades feita por praticantes Jainas, que em troca disto oferecem em troca assistência Espiritual.


A maioria deles viajam em um pequeno Grupo, mas existe uma linhagem que geralmente viajam sozinhos. 

Todos os monges devem seguir as três regras que evitam a conduta incorreta, que são: Ter cuidado com os pensamentos, as palavras e as ações.

Existe uma linhagem nomeada a Svetambara que o número de Monjas ultrapassa o de monges.

Isso porque as outras monjas como por exemplo as Digambara acreditam que para se avançar no caminho espiritual é necessário nascer em um corpo masculino.

Aqueles que não são monges, mas apenas praticantes são Chamados de Leigos.
Estes apenas tomam alguns votos para seguir. Oito Regras. E alguns rituais.
Normalmente eles servem para auxiliar os verdadeiros Monges.


Minha opinião sobre a religião:

 Confesso que fiquei super empolgado e feliz em ler sobre essa religião.
 Gostei praticamente de tudo, fiquei até com vontade de ir na Índia e passar um tempo com eles para acompanhar de perto o processo.

 Me deixou muito Pândego.
 
 Uma coisa que me chamou atenção nesta religião é que da mesma forma que é no Espiritismo os membros que segue a tal filosofia de vida, não considera que teve um criador, mas sim um codificador. Um organizador de ideias. Essa semelhança com o Espiritismo me deixou ainda mais feliz. Pois outra pensava que apenas o Espiritismo era uma religião sem um Líder ou um espírito, ou guru a ser seguido. Mas sim um bom senso e uma organização das ideias. Adorei isso.

 Acredito que essa será uma das poucas religiões que irá se manter no terceiro milênio. Afinal quando descerem as naves extraterrestres na terra no terceiro milênio as religiões partidárias que vê um Deus tribal não mais conseguiram sub-existir.  Mas até isso acontecer, ficamos quietinhos, e deixamos estas religiões se matarem. Sendo que no lado do Espiritismo e espiritualismo temos uma visão ampla da existência do Criador e do universo, não vendo a Terra como o centro do universo, mas sim como pequenino pedaço dele.

 Os princípios da crença são perfeitos, os votos nem se fala. Tudo maravilhoso. Realmente é um caminho para a iluminação.
  O modo de vida é perfeito para a iluminação. Sem palavras.


 O único erro que encontrei é considerar a mulher inferior ao homem, como se apenas aqueles que nascem como homem pode ter assim um bom avanço Espiritual.
 Eu particularmente não concordo com isso. Sendo que tenho várias amigas mulheres, que estão em um patamar evolucionário muito mais alto de todos os outros homens do planeta.
 O fato de o cérebro masculino trabalhar melhor com a razão e ter mais controle das emoções não quer dizer que uma mulher também não possa fazer isso. Afinal existe muito mais possibilidade de alcançar a iluminação pela emoção quando ela é controlada, do que pela razão.
 Afinal saber das coisas não leva ninguém a lugar nenhum. Mas aquele que sente é realiza esse pode mudar a si mesmo e o mundo em sua volta.


 Espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu desta postagem. E que tenha sido útil de algum modo.


Grande abraço a todos.

Namastê

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